Há interveniência.
Mesmo sem parênteses,
sem apostos,
sem polícia.
Soam bucólicas, alcoólicas,
nebulosas, levianas,
auroras inebriáveis:
sintomáticas.
Dores incomparáveis.
Horríveis como “pagode”.
Intensas como o trânsito de São Paulo,
Desencarnáveis, como Dercy.
Velhas e estúpidas. Ordinárias.
domingo, 8 de março de 2009
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1 comentários:
Wellington,
Gosto de ler o escorpião quando ele opta por autobiografar-se de forma enigmática, profunda, sedutora e indiferente. Pode-se entender um escorpiano pela escrita apenas. No entanto, sua concretude é inacessível.
Grande abraço
Marcos Murta
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