quinta-feira, 25 de junho de 2009

Colapso

Convida-me. Mereço estar em tua mesa. Ceando à tua frente. Cego. Como só o amor faz ser. Decido-me por você. E, entre todas as outras coisas que o eterno promete, decido dançar. Deixarei aquela noite fria de botas, glamour e solo de guitarra por um tango. Desde que seja infinito. Deixarei o observar que divaga meu olhar pela simples possibilidade de sentir-te perfume, delícia. Darei a ti todos os meus pensamentos. Os bons, os maus...os lascivos. Todos! E não te darei boa vida.

1 comentários:

Marcos Murta disse...

Meu caro Wellington,
De repente você perde as rédeas da razão e pronto: tesão vira colapso. Você... poeta camaleão.
Abraços do seu professor.